O spot publicitário da Antena1, com locução da autora do livro oficial do menino-luz do regime, é algo - ainda mais - impensável numa rádio pública, do Estado e não do governo.
Façam chegar a vossa indignação:
rdp.antena1@rtp.pt
antena1.direccao@rtp.pt;
«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e... a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, (...) privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos» José Saramago - Cadernos de Lanzarote
Mostrar mensagens com a etiqueta ps. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ps. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, março 20, 2009
terça-feira, março 10, 2009
Tratado de Lisboa
Parece que o ministro Teixeira dos Santos vai bloquear uma decisão da UE - que tem de ser aprovada por unanimidade para ser aplicada - sobre a aplicação das taxas reduzidas do IVA, que o governante considera que deve incluir as portagens das pontes sobre o Tejo.
Se o maior feito da diplomacia portuguesa - o Tratado de Lisboa - estivesse em vigor, Teixeira dos Santos faria o quê?
Se o maior feito da diplomacia portuguesa - o Tratado de Lisboa - estivesse em vigor, Teixeira dos Santos faria o quê?
segunda-feira, março 09, 2009
Tiro os patos
"O MIC não tem intuito de se constituir em partido político." - Carta de intenções do Movimento de Intervenção e Cidadania.
No sábado, no Expresso:
"... continuo a lutar por mudar as coisas no PS, na esquerda, na democracia - que está a ser confiscada por gente medíocre que se apoderou dos partidos". Fantástico. Quem o diz é o fundador do MIC, que se candidatou às presidenciais contra os aparelhos partidários, para, logo a seguir, ser ainda mais claro: "P - Se os movimentos de cidadãos pudessem candidatar-se ao Parlamento avançava com o MIC já nas próximas legislativas?
R - Avançava".
A ver se percebo: Os partidos políticos, se tiverem esta designação, deixam de ser movimentos de cidadãos e passam a ser, sei lá, movimentos de beringelas, pronto. Mas, para Alegre, se pudessem concorrer a eleições, seriam, ao que parece, uma mais-valia. Faz sentido. Um dia, quando o MIC não o quisesse como candidato à presidência da Associação de Tiro aos Patos de uma aldeola qualquer, Alegre podia sempre insurgir-se contra a lógica aparelhística dos movimentos de cidadãos.
Mas a pérola vem depois: "Os partidos não esgotam a democracia. Até a podem estragar. Sempre fui renitente em relação à lógica partidária". Palavras de Manuel Alegre, fundador do PS, deputado desde sempre em democracia.
No sábado, no Expresso:
"... continuo a lutar por mudar as coisas no PS, na esquerda, na democracia - que está a ser confiscada por gente medíocre que se apoderou dos partidos". Fantástico. Quem o diz é o fundador do MIC, que se candidatou às presidenciais contra os aparelhos partidários, para, logo a seguir, ser ainda mais claro: "P - Se os movimentos de cidadãos pudessem candidatar-se ao Parlamento avançava com o MIC já nas próximas legislativas?
R - Avançava".
A ver se percebo: Os partidos políticos, se tiverem esta designação, deixam de ser movimentos de cidadãos e passam a ser, sei lá, movimentos de beringelas, pronto. Mas, para Alegre, se pudessem concorrer a eleições, seriam, ao que parece, uma mais-valia. Faz sentido. Um dia, quando o MIC não o quisesse como candidato à presidência da Associação de Tiro aos Patos de uma aldeola qualquer, Alegre podia sempre insurgir-se contra a lógica aparelhística dos movimentos de cidadãos.
Mas a pérola vem depois: "Os partidos não esgotam a democracia. Até a podem estragar. Sempre fui renitente em relação à lógica partidária". Palavras de Manuel Alegre, fundador do PS, deputado desde sempre em democracia.
segunda-feira, março 02, 2009
Há qualquer coisa neste candidato que não me inspira confiança
O Fantasminha Brincalhão é o candidato do "peiésse" às Europeias.

NOTA: Qualquer semelhança com o senhor na imagem abaixo é pura coincidência.

tags e tal:
ps
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Dilema?
Esta seria uma análise correcta e existiria um verdadeiro dilema se o PS fosse um partido de esquerda. Neste momento, o poder nas mãos do PS ou PSD é, basicamente, o mesmo. Se o PSD ganhasse as eleições, não seria o regresso da direita ao poder, mais sim a continuidade da direita no poder. O que já ficou claro é que, no que respeita ao PCP, a disposição para assumir lugares de poder sempre foi manifestada, desde que para isso não seja necessário o Partido abdicar de princípios que considera fundamentais para uma sociedade melhor. O poder pelo poder, é claro que o PCP não quer.
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Prioridades
Ontem, o maior - não o mais plural - espaço de debate da televisão pública discutia o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Hoje entra em vigor o novo Código Laboral.
Post it: À mesma hora, um canal do cabo passava um filme com a Salma Hayek. E eu, que sou um gajo com prioridades, vi de relanço as meias roxas da Fernanda Câncio e fiquei colado no Hollywood.
Hoje entra em vigor o novo Código Laboral.
Post it: À mesma hora, um canal do cabo passava um filme com a Salma Hayek. E eu, que sou um gajo com prioridades, vi de relanço as meias roxas da Fernanda Câncio e fiquei colado no Hollywood.
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Títulos obviamente inocentes e sem qualquer espécie de tiques de pré-campanha da agência noticiosa de todos nós
"Sócrates dá tolerância de ponto na 3ª feira de Carnaval".
Na Lusa.
Outras hipóteses de bons títulos:
Sócrates empresta assinaturas para que engenheiros em dificuldades possam assinar projectos.
Sócrates envia exame por fax para poupar instalações da Uni.
Na Lusa.
Outras hipóteses de bons títulos:
Sócrates empresta assinaturas para que engenheiros em dificuldades possam assinar projectos.
Sócrates envia exame por fax para poupar instalações da Uni.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
O sol brilhará pra todos nós!
Sócrates anuncia linha de crédito para pagar painéis solares. Boa. Ficamos desempregados, mas com um painel solar. Como o vamos pagar? Logo se vê...
Só com a intervenção de Jerónimo de Sousa no debate quinzenal de hoje se começou a falar de Economia. Até então, o que decorreu foi um lavar de roupa suja lamentável.
Só com a intervenção de Jerónimo de Sousa no debate quinzenal de hoje se começou a falar de Economia. Até então, o que decorreu foi um lavar de roupa suja lamentável.
tags e tal:
desemprego,
governo,
pcp,
ps
Estratégia de 2008 em 2009 - Portugal Seguro
Esta estratégia apresentada ontem pelo MAI é um belo exercício de cópia em relação à outra, apresentada em Março de 2008.
Por muitos vídeos de propaganda que façam...
Por muitos vídeos de propaganda que façam...
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Mohammed Santos Saeed Al-Sahhaf Silva
"Eu cá gosto é de malhar na direita e gosto de malhar com especial prazer nesses sujeitos e sujeitas que se situam de facto à direita do PS. São das forças mais conservadoras e reaccionárias que eu conheço e que gostam de se dizer de esquerda plebeia ou chique".
Este sujeito que escreve declara desde já que se diz de esquerda plebeia. Pronto.
Não é que o que diz Mohammed Santos Saeed Al-Sahhaf Silva mereça grande importância. Desde aquele tristemente célebre eposódio de Trás-os-Montes que o que sai daquela boca é em tudo semelhante ao que sai por outros orifícios corporais, mas com menos consistência.
Seguiu-se a comunicação do cidadão Santos Silva, na Assembleia da República, em relação à campanha negra contra o nosso primeiro.
Agora temos esta questão do malho. Confesso que nunca me senti malhado, muito menos por este ministro. Ah! Ainda bem que a ausência de vontade de discutir questões internas não partiu da esquerda plebeia, se não, Mohammed Santos Saeed Al-Sahhaf Silva estaria já aos urros a clamar contra a falta de democracia. Assim, está tudo bem...
Este sujeito que escreve declara desde já que se diz de esquerda plebeia. Pronto.
Não é que o que diz Mohammed Santos Saeed Al-Sahhaf Silva mereça grande importância. Desde aquele tristemente célebre eposódio de Trás-os-Montes que o que sai daquela boca é em tudo semelhante ao que sai por outros orifícios corporais, mas com menos consistência.
Seguiu-se a comunicação do cidadão Santos Silva, na Assembleia da República, em relação à campanha negra contra o nosso primeiro.
Agora temos esta questão do malho. Confesso que nunca me senti malhado, muito menos por este ministro. Ah! Ainda bem que a ausência de vontade de discutir questões internas não partiu da esquerda plebeia, se não, Mohammed Santos Saeed Al-Sahhaf Silva estaria já aos urros a clamar contra a falta de democracia. Assim, está tudo bem...
sexta-feira, janeiro 30, 2009
O Estudo que já deu o que tinha a dar - Eu falei com a OCDE
Tendo em conta a polémica com o Estudo que era da OCDE e depois deixou de ser, resolvi enviar um email à OCDE a perguntar, afinal, o que é aquele relatório. Aqui fica a conversa parcial - endereços e nomes foram cortados - com duas menina simpáticas:
"I'd like to know if the OECD presented, during this week, any study related to the Portuguese educational system".
A resposta chega passado algum tempo:
"Thank you for your request. You can access information on this report on ourwebsite: click on http://www.oecd.org/document/57/0,3343,en_2649_39263231_4
2065529_1_1_1_1,00.html
best wishes"
O link remete para um texto cujo título é "Portuguese primary school reforms bearing fruit, says independent report", cuja tradução para português surge através de uma ligação ao site do Ministério da Educação. Tendo em conta a polémica, não respondia à minha pergunta, por isso, voltei a questionar:
"Thank you for your quick answer. What I intend to ask was if the report was made by OECD or if it is independent study..."
E a resposta surge seca e directa:
"It is an OECD report."
E a pergunta, minha, é a óbvia:
«Then why is written "A report by independent experts on Portugal's primary school"? (quote)»
A resposta não chegou pela mesma fonte, que me deixou a falar para o boneco...
Hoje, voltei a receber um email, mas de outra menina, que me respondeu o seguinte:
Thank you for your enquiry about the report released in Lisbon earlier this week, Policy Measures Implemented in the First Cycle of Compulsory Education in Portugal. This study was carried out by independent experts who were directly commissioned to carry out this work by the Portuguese Ministry of Education. The study was led by Dr. Peter Matthews, Visiting Professor at the Institute of Education, University of London and international consultant in the area of education. Peter Matthews has worked as a consultant for the OECD on other occasions and for this exercise his team chose to use an approach very similar to the one that OECD has used in assessing education policies over a number of years.
Although the OECD had no input into the contents of the report, which remain the responsibility of the authors themselves, it was invited by the Portuguese authorities to write the foreword, a task we were happy to accept after reading the report. The OECD also agreed to participate in the event to launch the report with a discussion of the issues raised in the report. External and independent assessments by experts are a valuable input to inform policy debates and assist with the design and implementation of policies. They can provide useful insights for policy development. The recommendations of the independent experts in this report are thoughtful and constructive and on that basis, they merit the full consideration of Portuguese education stakeholders in the pursuit of better education for all in Portugal. (...)
Na despedida:
Thank for your aswer.
Please consider only one sugestion:
I sent the same email message to webmaster@oecd.org, where it was said (quote): 29 de janeiro de 2009
RE: Study on the Portuguese educational systemoecd.org29 jan
"It is an OECD report"
Said this, regarding the importance of OECD and furthermore its credibility, I humbly sugest the communication policy should be centered in a single Office, to avoid cases like the one I mentioned above.
Resposta:
Thanks for pointing this out to me. Sorry that there was this confusion.
Estamos esclarecidos?
"I'd like to know if the OECD presented, during this week, any study related to the Portuguese educational system".
A resposta chega passado algum tempo:
"Thank you for your request. You can access information on this report on ourwebsite: click on http://www.oecd.org/document/57/0,3343,en_2649_39263231_4
2065529_1_1_1_1,00.html
best wishes"
O link remete para um texto cujo título é "Portuguese primary school reforms bearing fruit, says independent report", cuja tradução para português surge através de uma ligação ao site do Ministério da Educação. Tendo em conta a polémica, não respondia à minha pergunta, por isso, voltei a questionar:
"Thank you for your quick answer. What I intend to ask was if the report was made by OECD or if it is independent study..."
E a resposta surge seca e directa:
"It is an OECD report."
E a pergunta, minha, é a óbvia:
«Then why is written "A report by independent experts on Portugal's primary school"? (quote)»
A resposta não chegou pela mesma fonte, que me deixou a falar para o boneco...
Hoje, voltei a receber um email, mas de outra menina, que me respondeu o seguinte:
Thank you for your enquiry about the report released in Lisbon earlier this week, Policy Measures Implemented in the First Cycle of Compulsory Education in Portugal. This study was carried out by independent experts who were directly commissioned to carry out this work by the Portuguese Ministry of Education. The study was led by Dr. Peter Matthews, Visiting Professor at the Institute of Education, University of London and international consultant in the area of education. Peter Matthews has worked as a consultant for the OECD on other occasions and for this exercise his team chose to use an approach very similar to the one that OECD has used in assessing education policies over a number of years.
Although the OECD had no input into the contents of the report, which remain the responsibility of the authors themselves, it was invited by the Portuguese authorities to write the foreword, a task we were happy to accept after reading the report. The OECD also agreed to participate in the event to launch the report with a discussion of the issues raised in the report. External and independent assessments by experts are a valuable input to inform policy debates and assist with the design and implementation of policies. They can provide useful insights for policy development. The recommendations of the independent experts in this report are thoughtful and constructive and on that basis, they merit the full consideration of Portuguese education stakeholders in the pursuit of better education for all in Portugal. (...)
Na despedida:
Thank for your aswer.
Please consider only one sugestion:
I sent the same email message to webmaster@oecd.org, where it was said (quote): 29 de janeiro de 2009
RE: Study on the Portuguese educational systemoecd.org29 jan
"It is an OECD report"
Said this, regarding the importance of OECD and furthermore its credibility, I humbly sugest the communication policy should be centered in a single Office, to avoid cases like the one I mentioned above.
Resposta:
Thanks for pointing this out to me. Sorry that there was this confusion.
Estamos esclarecidos?
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Evidências
O nosso Primeiro fala do caso Freeport como perseguição política. Segundo a Visão de hoje, os ingleses também o perseguem politicamente.
Pessoalmente, acho que isto tem tudo a ver com o Miguel Veloso e a possível ida para o Bolton. Se eu fosse inglês e um clube português quisesse impingir o Miguel Veloso a um clube do meu país, eu também retaliava de todas as formas possíveis...
Pessoalmente, acho que isto tem tudo a ver com o Miguel Veloso e a possível ida para o Bolton. Se eu fosse inglês e um clube português quisesse impingir o Miguel Veloso a um clube do meu país, eu também retaliava de todas as formas possíveis...
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Quimonda
Há uns anos, a então Infineon, que funcionava em laboração contínua, obrigou os trabalhadores a assinarem um compromisso para passarem a trabalhar 12 horas diárias em vez das 8 previstas para os três turnos, uma vez que funciona em laboração contínua.
Quem não assinou, não renovou contrato.
A explicação era óbvia: Suprir gastos com os trabalhadores e diminuir as perdas de tempo de trabalho que existiam a cada mudança de turno. Tudo em nome da competitividade, claro.
A agora Quimonda ainda no mês passado era estruturante para a economia nacional. Por isso teve direito a uma ajuda de 100 milhões de euros do Estado português, mais algum do governo alemão e da empresa mãe Infineon.
Hoje, a empresa entrou em processo de falência.
Só pode ser brincadeira.
Quem não assinou, não renovou contrato.
A explicação era óbvia: Suprir gastos com os trabalhadores e diminuir as perdas de tempo de trabalho que existiam a cada mudança de turno. Tudo em nome da competitividade, claro.
A agora Quimonda ainda no mês passado era estruturante para a economia nacional. Por isso teve direito a uma ajuda de 100 milhões de euros do Estado português, mais algum do governo alemão e da empresa mãe Infineon.
Hoje, a empresa entrou em processo de falência.
Só pode ser brincadeira.
tags e tal:
crise,
desemprego,
governo,
ps,
relações laborais,
sócrates
sexta-feira, janeiro 16, 2009
À prova de tudo
Não é só Leça que é uma terra muito particular. Matosinhos também tem as suas características. Uma delas é o apreço da autarquia pelas portas da cidade. Pelo menos é o que mostra o ajuste directo para a reparação de uma porta na entrada do edifício municipal, supõe-se:
Data de registo:
24-11-2008 0:00:00
Identificação de anúncio(se aplicável)
Listagem de entidades adjudicantes
Nome entidade adjudicante
Matosinhos Habit - MH
NIF 504597221
Nome entidade adjudiatária
502370351
A construtora de Pedroso Lda.
Objecto do contrato(descrição sumária):
Reparação de porta de entrada do edifício
Preço do contrato (Euro):
142.320,00 €
Prazo de execução (dias):
1
Local de execução:
Matosinhos
Apesar do preço, nota-se e louva-se o profissionalismo da empresa a quem foi adjudicada a tremenda obra, que concluiu num dia
Data de registo:
24-11-2008 0:00:00
Identificação de anúncio(se aplicável)
Listagem de entidades adjudicantes
Nome entidade adjudicante
Matosinhos Habit - MH
NIF 504597221
Nome entidade adjudiatária
502370351
A construtora de Pedroso Lda.
Objecto do contrato(descrição sumária):
Reparação de porta de entrada do edifício
Preço do contrato (Euro):
142.320,00 €
Prazo de execução (dias):
1
Local de execução:
Matosinhos
Apesar do preço, nota-se e louva-se o profissionalismo da empresa a quem foi adjudicada a tremenda obra, que concluiu num dia
tags e tal:
matosinhos,
ps,
ps-matosinhos
segunda-feira, janeiro 12, 2009
Concurso de quadras humorísticas no Dia de Reis
As duas quadras vencedoras, cantadas ao ilumidado:
"Viva o nosso primeiro-ministro
Viva o nosso dirigente
Seja sempre iluminado
Pela estrela mais fulgente
Temos todo o desejo
Não o podemos negar
Cantar para o ano as janeiras
Outra vez neste lugar"
Viva o nosso dirigente
Seja sempre iluminado
Pela estrela mais fulgente
Temos todo o desejo
Não o podemos negar
Cantar para o ano as janeiras
Outra vez neste lugar"
quarta-feira, janeiro 07, 2009
São ciclos
Até há um ano, mais coisa menos coisa, estávamos todos desgraçados porque era preciso travar o défice e colocá-lo abaixo dos 3 por cento.
Neste ano - e no próximo, muito provavelmente - estamos todos desgraçados porque é preciso segurar os bancos, perdão, o sistema económico, e estamos em crise profunda. Para isso, vamos aumentar o défice e colocá-lo nos 3 por cento.
Quando passar esta crise, vamos voltar a estar desgraçados para voltar a baixar o défice.
Mas não desanimemos já a pensar como vamos desenrascar-nos a viver sem uma qualquer crise. Há-de vir outra crise depois da próxima para continuar a bater no mexilhão.
Neste ano - e no próximo, muito provavelmente - estamos todos desgraçados porque é preciso segurar os bancos, perdão, o sistema económico, e estamos em crise profunda. Para isso, vamos aumentar o défice e colocá-lo nos 3 por cento.
Quando passar esta crise, vamos voltar a estar desgraçados para voltar a baixar o défice.
Mas não desanimemos já a pensar como vamos desenrascar-nos a viver sem uma qualquer crise. Há-de vir outra crise depois da próxima para continuar a bater no mexilhão.
tags e tal:
coisas minhas,
governo,
ps,
psd
terça-feira, janeiro 06, 2009
O(s) Professor(es) da Nação

As frases de ontem:
"Os portuguesem precisam de saber";
"Deixem que explique aos portugueses".
Outra frase digna de registo do pós debate:
"Os investimentos a 75 anos não me preocupam, 'a longo prazo estamos todos mortos'" - Bettencourt Resendes
terça-feira, dezembro 16, 2008
Um Toninho aos saltos
Raismapartam se eu não tinha pensado neste gajo, mesmo hoje de manhã, quando lia que o Manuel Alegre já não diz que disse o que disse, no seu habitual nem sim nem não, antes pelo contrário.

A histeria maratonista louçaniana de uma alternativa que vá a votos, saída da boca de Manuel Alegre, contrasta com o BE a concorrer sozinho às legislativas, como disse o seu líder numa entrevista à RTP. Isso passou tudo a secundário. Mesmo com todas as contradições inerentes às duas figuras, que não são mais que as contradições evidentes de quem não tem uma linha de rumo ou um fio condutor por onde possa pegar-se. Alegre pode bem falar no milhão de votos, que não terá ao lado de Louçã, e Louçã iludir-se com mais um agregado, que ao BE apenas trará ainda menos coerência e credibilidade. E as franjas - tão queridas ao BE - jamais votarão Alegre por tudo o que ele representa em três décadas de Parlamento: nada.
Se pessoalmente me deixa fulo da vida o tom Eduardo Sá com que às vezes fala comigo, também é verdade que Rock me proporciona momentos interessantes de debate. Para quem não conhece, é mais ou menos como aquele gajo que deixa o porto numa caravela para chegar à Índia mas, quando vai a ver, percebe que chegou às Berlengas - e justifica: As Berlengas também são um continente, só que em pequenino.
Não deixes é cair o R à Revolução, nem subestimes o poder da rua. Tira-te algum brilho e a história mais ou menos recente vai-te provando o contrário. Para além de deixar-te demasiado parecido com quem concebeu estes outdoors, em 2004, lembras-te?

A terminar, meu caro, as revoluções são como o amor: eternas enquanto duram. E eu, que nem sou um romântico, acredito que há amores que podem ser para toda a vida.
tags e tal:
be,
coisas minhas,
olha tantas esquerdas,
pcp,
ps
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Verdade!
Acredito que o secretário de Estado Jorge Pedreira fale verdade quando diz que a maioria das escolas está aberta.
Não é preciso ser muito inteligente para perceber isso. A greve de hoje é dos professores e não dos auxiliares de acção educativa...
Não é preciso ser muito inteligente para perceber isso. A greve de hoje é dos professores e não dos auxiliares de acção educativa...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
