
«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e... a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, (...) privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos» José Saramago - Cadernos de Lanzarote
sábado, março 21, 2009
sexta-feira, março 20, 2009
Vergonha
Façam chegar a vossa indignação:
rdp.antena1@rtp.pt
antena1.direccao@rtp.pt;
quinta-feira, março 19, 2009
Dia do Pai.
terça-feira, março 17, 2009
América Latina
O alarido do MAI faz-me alguma confusão e deste relatório apenas tiro um ponto positivo: a maior fiscalização em torno da legalidade com que operam estas empresas.
De resto, parece-me evidente que estamos a caminhar para uma realidade perigosa, em que é preciso pagar a segurança pública. Por outro lado, o volume de negócios destas empresas não constitui uma prova do falhanço das políticas de segurança deste Governo? Se o combate à criminalidade, à insegurança e ao sentimento de insegurança, estivesse a ser bem sucedido, haveria necessidade de recorrer a este tipo de empresas? Se o efectivo das FFSS fosse suficiente para as necessidades da sociedade haveria tantas empresas de segurança privada?
Sem noção do ridículo
Segundo o próprio, nunca foi insultado em manifestações da UGT - talvez porque a UGT não faz manifestações. O sindicalismo livre, independente e responsável da UGT, que convida o primeiro ministro para o congresso dos sindicalistas socialistas.
segunda-feira, março 16, 2009
quinta-feira, março 12, 2009
Magalhães
Mas posso assegurar, no que diz respeito aos programas de reprodução de ficheiros audio, que funciona na perfeição.
Ontem, aquela miuda lá do bairro, com 7/8 anos, ouvia com toda a clareza o Rap das Armas, integrante da banda sonora do Tropa de Elite.
Parrapapa pa pa pa....
terça-feira, março 10, 2009
Tratado de Lisboa
Se o maior feito da diplomacia portuguesa - o Tratado de Lisboa - estivesse em vigor, Teixeira dos Santos faria o quê?
segunda-feira, março 09, 2009
Tiro os patos
No sábado, no Expresso:
"... continuo a lutar por mudar as coisas no PS, na esquerda, na democracia - que está a ser confiscada por gente medíocre que se apoderou dos partidos". Fantástico. Quem o diz é o fundador do MIC, que se candidatou às presidenciais contra os aparelhos partidários, para, logo a seguir, ser ainda mais claro: "P - Se os movimentos de cidadãos pudessem candidatar-se ao Parlamento avançava com o MIC já nas próximas legislativas?
R - Avançava".
A ver se percebo: Os partidos políticos, se tiverem esta designação, deixam de ser movimentos de cidadãos e passam a ser, sei lá, movimentos de beringelas, pronto. Mas, para Alegre, se pudessem concorrer a eleições, seriam, ao que parece, uma mais-valia. Faz sentido. Um dia, quando o MIC não o quisesse como candidato à presidência da Associação de Tiro aos Patos de uma aldeola qualquer, Alegre podia sempre insurgir-se contra a lógica aparelhística dos movimentos de cidadãos.
Mas a pérola vem depois: "Os partidos não esgotam a democracia. Até a podem estragar. Sempre fui renitente em relação à lógica partidária". Palavras de Manuel Alegre, fundador do PS, deputado desde sempre em democracia.
domingo, março 08, 2009
Avanços civilizacionais
Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Beijos para elas.
sexta-feira, março 06, 2009
quinta-feira, março 05, 2009
quarta-feira, março 04, 2009
Sintomas
Pelo menos, fiquei a saber que o presidente da dita assembleia dá uma morada de Castelo de Paiva antes das eleições e mais tarde procede a uma alteração de residência para S. Mamede de Infesta ou Leça da Palmeira - a dúvida ficou no ar.
A discussão acabou em torno do facto de os quilómetros feitos na deslocação entre a residência pós-eleitoral e Castelo de Paiva serem pagos pela autarquia.
Assim vai a minha sanidade.
Greve

Diz a imagem que a Controlinveste é uma marca que fica, e sê-lo-á, com certeza, para os 119 despedidos - eram 122, mas três foram reintegrados.
A 15 de Janeiro de 2009, surgia no site da Controlinveste o seguinte comunicado:
"A evolução acentuadamente negativa do mercado dos media, em particular na área da imprensa tradicional, e a profunda quebra de receitas do sector impõem (...) É hoje impossível ignorar a profunda retracção dos mercados de media, que se tem vindo a agravarnos últimos meses, particularmente na área da imprensa, no quadro de uma crise global cujos efeitos directos e indirectos já atingem todos os sectores económicos".
A 29 de Fevereiro de 2009, no mesmo site, podem ler-se dados comparativos das vendas de jornais em 2007 e 2008. O título: "Jornais Controlinveste vendem mais".
Há aqui qualquer coisa que não bate certo, ou é só impressão minha?
segunda-feira, março 02, 2009
Há qualquer coisa neste candidato que não me inspira confiança


quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Ó boa, dava-te um vestido de cuspo!

A arte é subjectiva. Eu, por exemplo, ainda acho que foi algum chulo que partiu os braços à senhora ali em cima representada para impedi-la de puxar as vestes e compor-se como manda a ordem. Se calhar, até estava em exposta na montra de algum red light district da Grécia Antiga e nós a olhar para ela como obra de arte.
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Faz sentido?
O jornalista protagoniza o programa "Money Box", que, ao que me parece, vai sendo reeditado ao logo do dia. Não raraz vezes, o jornalista/comentador/especialista em assuntos económicos, utiliza o espaço para promover as virtudes do trabalho em call-centers e o cada vez maior grau de qualificação que é exigido para lá trabalhar como uma prova de como é bom trabalhar num call-center.
Ora, o recrutamento para trabalhar nos call-centers é, na sua esmagadora maioria, feito através de empresas de trabalho temporário, que cobram uma comissão por cada trabalhador que colocam. Há dias, ao final da tarde, Camilo Lourenço entrevistava uma senhora que destacava a enorme oportunidade de futuro que é trabalhar num call-center.
Essa senhora é uma responsável pela Select, que é, julgo, a maior empresa de trabalho temporário em Portugal.
Por uma coincidência tremenda, o programa de Camilo Lourenço é patrocinado por esta mesma empresa. Como se diferencia, neste caso, a publicidade do jornalismo?


