sexta-feira, fevereiro 19, 2010

O cair das máscaras

Felizmente, o país atravessa uma fase intensa politicamente e discute coisas incomensuravelmente mais importantes do que as lideranças do PSD. Noutros tempos, os laranjas andariam nas bocas do Mundo e ocupavam grande parte dos jornais e telejornais.
Contudo, não quis deixar passar esta pérola do candidato Paulo Rangel, publicada no i, sob o título "Aos 12 anos as crianças podem aprender uma profissão". Por entre uma série de disparates menos objectivos, Ana Sá Lopes entrevista o ainda eurodeputado - esse mesmo, o que só sairia de lá morto - que viveu "intensamente o 25 de Abril". O facto de, na época, ter apenas cinco anos, não parece ser entrave à intensidade.
A foto mostra Paulo Rangel de fato e gravata e nunca na entrevista é referido que terá mudado a indumentária para a farda da Mocidade, enquanto tecia elogios ao sistema educativo do fascismo. Eu duvido que não o tenha feito.
Tenho para mim que o facto de Rangel ser candidato à liderança do PSD mais atacado pelo PS, trata-se de um caso de psicologia invertida. Fazer crer aos militantes - ou sócios ou accionistas ou lá como se chamam - do PSD que é o melhor por ser o mais visado pelo PS, para que possa mesmo chegar à liderança dos laranjas.
Nem tudo é mau. Há o outro lado: se Rangel tivesse sido educado segundo o que advoga para os filhos dos outros, poderíamos hoje, em vez de um mau político, ter um bom electricista.

6 comentários:

JOSÉ MODESTO disse...

Pergunta:
Mas…será que alguma força politica em Matosinhos já questionou o Governo sobre o porquê da desistência da construção do PORTINHO DE ANGEIRAS?

Estão á espera do quê?

Saudações Marítimas
José Modesto

rms disse...

Penso que todas as forças políticas, já se pronunciaram sobre isso na AR. As perguntas e requerimentos estão disponíveis no site da AR.

Anónimo disse...

O cair das máscaras estão prestes acontecer em Matosinhos.

O Guilherme começa aparecer como grande negociata imobiliário. A empresa FDO continua a ganhar todos os projectos. Funcionários da autarqui convidam familiares para projectarem os seus projectos.

Tudo isto acontecia até as máscaras cairem. O plano de urbanização de cabanelas foi o motivo da queda das máscaras.

Guilherme Pinto / Luís Miranda / Paula Petiz / Empresa FDO são os homens que jogavam todas as cartas na escuridão, mas que agora e de uma vez por todas vão jogá-las na claridade

JOSÉ MODESTO disse...

Repto:
Queremos que exista em Leça da Palmeira um Roteiro Cultural
Siza Vieira, conhecido Internacionalmente e que atraia estudantes de
Arquitectura de todo o Mundo e que a Casa da Quinta de Santiago
sustente documentalmente esse circuito.

Queremos que se crie uma Sinalética Siza Vieira, própria, para assinalar
as obras do nosso Arquitecto e o itinerário para as suas visitas.

Tudo isto numa terra de Horizonte e Mar… e não é preciso encomendar
Estudos!!!

Saudações Marítimas
José Modesto

JOSÉ MODESTO disse...

Permitam-me mais um repto:

Queremos que a nossa relação com as Instituições que marcam a paisagem de Leça da Palmeira
(Petrogal, Porto de Leixões, Exponor, Mar shopping, Hospital Privado da Boa Nova, Restauração, Hoteleria etc. etc.) sejam autenticas parcerias de responsabilidade social e que as mesmas apostem nos valores do diálogo, do trabalho, do emprego e do desenvolvimento sustentável de Leça da Palmeira.

Será que estamos a fazer isto?

Saudações Marítimas
José Modesto

JOSÉ MODESTO disse...

Indecisões:

Num semanário local: 03-03-2010
“ Face ao crescimento da zona norte do concelho,nomeadamente em Leça da Palmeira,Guilherme Pinto
defende a realização de um estudo sobre a viabilidade do metro naquela zona”.

“ Eu não sei se não será simples fazemos um sistema de vaivém
entre o centro de Leça da Palmeira e as actuais estações de matosinhos, porque o percurso que o metro fará a circundar o Porto de Leixões torna o metro pouco petecível pelo tempo de demora a chegar ao local que queremos”.

Caros Matosinhenses
Na minha modesta opinião:
Aquele que está indeciso em começar é lento a agir...

Saudações Marítimas
José Modesto