terça-feira, dezembro 16, 2008

A virtude de ser diferente

Sair uma centena de militantes de um partido com alguns milhares não é significativo. Importava também saber quantos entraram. Mas, mais que isso, perder um deputado também não é significativo. Disse-o o Mário Bettencourt Resendes, comentador de política da TSF, enquanto eu ainda esfregava os olhos com o sono.

É por este tipo de coisas que tenho orgulho em ser comunista. Quando se deu o afastamento de Luísa Mesquita foi um caso nacional. E ainda bem. Ainda bem que reconhecem uma forma diferente de ser e de estar ao PCP.

2 comentários:

Rock Santeiro disse...

Não sei se te interessa, mas tenho-me fartado de ler sobre a saída dos militantes do cds... E tem sido um caso tão nacional como o da tua ex-camarada. Será que, por essa tua lógica, cds e pcp são coisas ao mesmo nível?
Um abraço, camarada :D

rms disse...

Para o Bettencourt Resendes, não. E eu referi, precisamente, que tinha orgulho por sermos diferentes. Não era daquelas ironias à Ferreira Leite, descansa.